Maracujá para o estresse, ansiedade e insônia

O maracujá tem excelente efeito calmante. Ajuda a reduzir a ansiedade, melhorar a insônia e acalmar o sistema nervoso. As flores, folhas e caules podem ser usados para produzir esta maravilhosa medicina natural.

As propriedades antiespasmódica do maracujá ajudam a diminuir a tensão muscular e dores de cabeça e por ser rico em flavonoides, alcaloides e saparinas, age diretamente no sistema nervoso, sendo surpreendentemente útil para casos de pânico, nervosismo e inquietação.

Suas substâncias também estão diretamente ligadas ao controle da serotonina – o hormônio responsável pela sensação de bem-estar. A serotonina ajuda a regular o sono, melhorar o humor, é uma das chaves do tratamento da enxaqueca e ajuda no controle da saciedade.

O maracujá deve ser evitado por pacientes com pressão baixa ou que façam uso de calmantes e sedativos.

Pode-se usar o maracujá de diversas formas:

Faça um chá com 1 colher das folhas secas de maracujá. Coloque 200 ml de água para ferver e desligue o fogo. Coloque a água numa xícara e acrescente uma colher de sopa de folhas secas de maracujá. Tampe a xícara e mantenha abafado por dez minutos. Coe e beba puro ou depois de frio use como base para smoothies.

Aconselha-se o consumo de uma à três xícaras de chá por dia, mas a cada 5 dias faça uma pausa de 2 dias.

Adicione uma ou duas gotas de óleo essencial de maracujá no seu banho ou no seu travesseiro à noite – certifique-se de obter um óleo de alta qualidade.

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Ricota Vegana de Castanhas

*Foto retirada do site http://temperoalternativo.com.br/

Essa receita de ricota vegana é super gostosa, fácil de fazer e excelente alternativa para quem quer ingerir menos lactose, tem intolerância ou deseja experimentar receitas novas.

Ingredientes:

1 xícara de amêndoas cruas

1 xícara de castanhas-de-caju cruas

1 dente de alho

1 colher de sopa de vinagre de maçã orgânico

½  xícara de água

Suco de 1 limão

Sal rosa a gosto

Ervas secas aromáticas a gosto

Modo de fazer:

Em uma vasilha com água e uma pitada de sal rosa deixe as amêndoas e as castanhas-de-caju de molho por 12 horas. Por praticidade gosto de deixá-las de molho durante a noite.

Após as 12 horas, jogue fora a água em que as castanhas ficaram de molho e enxague com a ajuda de uma peneira. Em seguida coloque as castanhas no liquidificador ou processador de alimentos.

Adicionar no liquidificador o dente de alho, vinagre de maçã orgânico, suco de limão, sal, água e as ervas.

Bater aos poucos para encontrar o ponto da ricota que preferir. Para comer com pão, gosto de deixar pedacinhos das castanhas e se for usar em uma massa ou lasanha, pode deixá-la mais cremosa.

Para variar pode acrescentar pedaços de tomate seco, açafrão-da-terra em pó ou pimenta do reino.

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Sangue Sagrado

Ainda nos dias de hoje a menstruação continua sendo um tabu – desconfortável para muitos, incluindo a própria mulher. Pertinente nesse caso a etnografia da palavra tabu: “Instituição religiosa que, atribuindo caráter sagrado a um objeto ou a um ser, proíbe qualquer contato com eles e até mesmo referência a eles.”

Sim, a menstruação é sagrada, porque é geradora de vida.

Ainda há muito estigma em torno do sangue da mulher. A persistente sensação de que nossa menstruação é a punição que sofremos por sermos mulheres. Para muitas mulheres a primeira menstruação não é celebrada. Ao contrário, ela causa tristeza, a conclusão de que uma criança não mais existe, que após aquele exato momento a mulher perdeu sua inocência.

O que para muitas culturas era reverenciado e respeitado, hoje é visto como uma fonte de vergonha. Devemos esconder, ignorar ou obstruir nosso próprio sangue, pois o consideramos sujo. Antigamente durante o período menstrual as mulheres se reuniam e se recolhiam para descansar, refletir, sonhar. Elas viviam em harmonia com os ciclos da lua.

Sim, a menstruação é fonte sagrada da vida.

Todos os meses nos renovamos, regeneramos igualmente a natureza. Temos o privilégio de vivenciar e sintonizar com a sabedoria cíclica da natureza. De receber através dos sonhos e inspirações mensagens para fortalecer nossas conexões com o mundo espiritual, o mundo do coração.

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Estamos vivendo uma crise de espiritualidade

A crise mundial que estamos vivendo, as diversas guerras espalhadas pelo mundo, genocídios, massacres e corrupção estão reforçando a nossa falta de espiritualidade. Me refiro a espiritualidade e não religiosidade. A espiritualidade da alma que inclui virtudes como bondade, honestidade, altruísmo, compaixão, perdão e fé.

Hoje as pessoas sem terem consciência alimentam as tragédias e reforçam o medo generalizado através dos veículos de comunicação e das rodas de conversas. Quanto mais repassarmos essas notícias e vivermos reclamando e desconfiados de que nada funciona, mais alimentaremos essa energia.

Uma dose de negatividade e/ou medo contamina a nossa alma e nossos corações, independentemente da nossa nacionalidade e situação social. A violência se tornou aceitável. Nos tornamos tão acostumados a essa distorção de nossa própria natureza que não percebemos mais o quanto somos mentalmente envenenados.

A espiritualidade nos encoraja a praticar a fé e o amor. Fé no sentido de acreditarmos que somos responsáveis pela realidade que vivemos. E amor, porque todos nos precisamos amar e ser amados. Até nossa saúde fica comprometida quando falta amor em nossas vidas.

Estamos vivemos um tempo de despertar e um desejo nunca visto antes de mudança. Seja você a mudança que quer ver no mundo. Recebeu uma mensagem que dissemina medo e insegurança, não passe adiante. Ao invés de ficar assistindo noticiário que valoriza apenas a violência, leia um livro, escute uma música. Em sua conversas, fale de coisas boas, de como é grato por algo que aconteceu na sua vida.

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Por que adoecemos?

Mesmo os mais céticos estão começando a reconhecer que mais fatores além de apenas questões físicas estão envolvidos no desenvolvimento de uma doença. Sinto que apesar do inicial reconhecimento, o mundo da ciência ainda não está preparado para oficializar essa relação entre o desequilíbrio emocional e sua consequência no corpo físico.

Quando analisamos de forma limitada o corpo como sendo separado da mente, perdemos a possibilidade de reconectar o corpo, a mente e o espírito e reestabelecer o funcionamento e a harmonia.

Adoecemos quando perdemos o sentido da vida, quando não perdoamos, quando não escutamos o que nossa alma está nos dizendo. Quando a raiva toma conta do nosso fígado, a tristeza do nosso coração e o medo dos rins.

Adoecemos quando precisamos olhar para fora em busca de respostas para nossas perguntas. Quando ter significa mais do que sentir e viver. Quando o estresse em nossas vidas nos consome a ponto de virar uma gastrite, fadiga extrema ou depressão.

O desequilíbrio pode ser visto com gratidão. Uma possibilidade para reconhecermos que alguma coisa precisa ser feita para voltarmos ao centro. Uma oportunidade para reiterar o nosso compromisso com o nosso ser.

Aprender a nos responsabilizar por nos mesmos, pela nossa saúde é um grande desafio. Estamos constantemente querendo que o outro nos cure. Quando entramos em colapso, ao invés de olharmos para dentro, nos entregamos ao outro com o desejo profundo de que esta pessoa seja a responsável pelo nosso restabelecimento.

A vida é um aprendizado e passamos por momentos de equilíbrio e desequilíbrio e “somente quando formos bem fundo ao interior do centro, onde o coração e a alma reside, aprenderemos como corrigir o desequilíbrio, reparar o que está quebrado, curar as feridas e nos tornar inteiros de novo”.*

*Retirado do livro Na Casa da Lua – Resgatando o Espírito Feminino da Cura
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