Por que adoecemos?

Mesmo os mais céticos estão começando a reconhecer que mais fatores além de apenas questões físicas estão envolvidos no desenvolvimento de uma doença. Sinto que apesar do inicial reconhecimento, o mundo da ciência ainda não está preparado para oficializar essa relação entre o desequilíbrio emocional e sua consequência no corpo físico.

Quando analisamos de forma limitada o corpo como sendo separado da mente, perdemos a possibilidade de reconectar o corpo, a mente e o espírito e reestabelecer o funcionamento e a harmonia.

Adoecemos quando perdemos o sentido da vida, quando não perdoamos, quando não escutamos o que nossa alma está nos dizendo. Quando a raiva toma conta do nosso fígado, a tristeza do nosso coração e o medo dos rins.

Adoecemos quando precisamos olhar para fora em busca de respostas para nossas perguntas. Quando ter significa mais do que sentir e viver. Quando o estresse em nossas vidas nos consome a ponto de virar uma gastrite, fadiga extrema ou depressão.

O desequilíbrio pode ser visto com gratidão. Uma possibilidade para reconhecermos que alguma coisa precisa ser feita para voltarmos ao centro. Uma oportunidade para reiterar o nosso compromisso com o nosso ser.

Aprender a nos responsabilizar por nos mesmos, pela nossa saúde é um grande desafio. Estamos constantemente querendo que o outro nos cure. Quando entramos em colapso, ao invés de olharmos para dentro, nos entregamos ao outro com o desejo profundo de que esta pessoa seja a responsável pelo nosso restabelecimento.

A vida é um aprendizado e passamos por momentos de equilíbrio e desequilíbrio e “somente quando formos bem fundo ao interior do centro, onde o coração e a alma reside, aprenderemos como corrigir o desequilíbrio, reparar o que está quebrado, curar as feridas e nos tornar inteiros de novo”.*

*Retirado do livro Na Casa da Lua – Resgatando o Espírito Feminino da Cura

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